Colocar o algodão doce diretamente no copo longo de vidro. Derramar Perrier® no copo. O algodão derrete, o líquido fica rosa e o sabor levemente doce se espalha pelas suas bolhas.
Dica Para suavizar o sabor doce da bebida, rale gengibre e coloque no drinque. Créditos: Perrier. A ousadia proposta pela cozinha molecular chegou também ao universo das bebidas. O termo ?mixologia molecular?, empregado para designar o preparo de drinks com texturas, sabores e até formas diferenciadas, ganha apreciadores e especialistas mundo afora. Antenada com o interesse crescente pelo tema, a mais vanguardista das águas, a francesa PERRIER®, convidou Rogério Rabbit, um dos 10 melhores bartenders e mixologistas do mundo segundo o IBA (International Bartenders Association), para desenvolver no Brasil drinks exclusivos. Graças a esta técnica ? que consiste na utilização de reagentes químicos para modificar o estado e textura das bebidas? espumas, gelatinas, esferas e mousses formam coquetéis inusitados. O resultado são drinques diferentes e ousados, mas que ainda preservam o sabor dos ingredientes utilizados. A riqueza e estabilidade das bolhas de PERRIER® fazem dela o ingrediente ideal para o preparo de coquetéis. Suas bolhas estimulam as papilas gustativas enaltecendo o paladar de bebidas com teor alcoólico. É o substituto perfeito das sodas, graças ao seu equilíbrio organoléptico complexo. Além disso, o baixo conteúdo mineral de PERRIER® não altera o sabor das bebidas. História da mixologia molecular O termo ?mixologia? surgiu nos Estados Unidos no final do século 19 e popularizou-se em Londres nos anos noventa. Conforme a Europa se abria para os países anglo-saxões, inúmeros chefs fizeram o intercâmbio de informações e técnicas o que acabou levando a ?fusion cuisine?. No mundo dos coquetéis não foi diferente, os barmen começaram a usar esse método, criando novas formas de apresentar e servir. No Brasil a mixologia molecular ainda é novidade e apenas alguns profissionais dominam as técnicas desta arte e as utilizam em seus drinques.