Após selecionar os grãos, lavar bem em água corrente e colocar para ferver.
Adicione o sal somente quando ferver, para não saturar.
Imediatamente após a fervura, desligar o fogo e despejar os grãos numa peneira.
Jogue um pouco de água corrente. Isso é necessário, porque, ao contrário dos outros feijões, se não for tirado o excesso, o andú amarga.
Deixe secando enquanto refoga os temperos.
Obs.: Refogar os temperos secos, cebola, alho, orégano, cominho, sal,açafrão e o manjericão
Detalhe: sempre em fogo brando.
Quando estiverem bem dourados (mexa sempre para não pegar no fundo, nem queimar), adicione os restantes dos temperos (tomate sem pele).
Exceto polpa de tomate e azeite, coentro e cebolinha, que só são adicionados quando os temperos secos estiverem já no ponto de degustação.
Uma vez refogada a segunda etapa de temperos, adicione o feijão.
Deixe refogar por alguns minutos, antes de adcionar a polpa de tomate.
Em seguida adicione água.
Sempre aos poucos e em pequenas quantidade, para não interromper bruscamente a fervura. Isso altera o sabor do alimento.
Não esqueça, sempre o fogo brando.
Não deixe cozinhar muito, senão o feijão vira bagaço.
Quando perceber que está no ponto, adicione a cebolinha e coentro, que já deverão estar cortados em pequenas partes.
Obs: A receita serve para feijão verde (que em algumas regiões é chamado também de feijão de corda). O azeite só deve ser colocado momento antes de ser servido à mesa. Se forem seguidos esses passos, garanto que ficará uma delícia. Já fui vice-campeão de um concurso de culinária (competindo com salgados de forno e no horário da tarde), com esse prato, ao molho. Também pode ser servido em forma de farofa, mas adicionando queijo ralado e uma colher de manteiga além da farinha. Cuidado, se colocar a farinha com o feijão ainda quente, vira uma argamassa. Espere, portanto, esfriar. A receita pode ser feita também em forma de farofa e adcionada carne do sol.