Levar a água, o leite, o açúcar e a margarina ao fogo para fazer uma espécie de angu.
Somente quando levantar fervura acrescente o fubá de canjica e o trigo e mexa rapidamente até embolar e desprender do fundo da panela, formando um engrossado duro (cerca de 1 minuto).
Em seguida, leve o engrossado à batedeira, ainda quente e acrescente cerca de 12 ovos, sempre batendo (velocidade alta).
Eu usei para fazer as broínha da foto 14 ovos caipira (orgânico).
Se os ovos forem maiores (de granja), 11 ou 12 bastam.
Por último acrescente o queijo ralado, as sementes de erva-doce e o fermento em pó. Bata só para misturar.
A massa fica mole, mas dá para enrolar com a mão untada com óleo. Não recomendo é demorar manuseando a massa, pois a temperatura da mão esquenta a massa, podendo amolecer ainda mais, dificultando enrolar. Lembre-se que quanto mais mole a massa do pão de queijo, melhor fica o biscoito.
Retire a massa da batedeira e despeje-a em uma bancada de granito untada com bastante óleo.
Coloque fubá de canjica em um tabuleiro e reserve.
Lembrando que este fubá não é o convencional, amarelinho, mas, um feito de um milho mais claro, próprio para fazer canjica.
Divida a massa em 3 partes.
Faça um rolo com cada parte da massa e vá cortando os pedaços como se fosse um rocambole.
Unte a mão com óleo e faça bolas (iguais pães de queijo) com cada pedaço cortado (rapidamente para não esquentar e amolecer). Joque no tabuleiro com fubá de canjica.
Depois que o tabuleiro estiver cheio, envolver todas as bolinhas no fubá e colocar no tabuleiro (untado com óleo) que vai assar, deixando espaço nas laterais para crescer.
As broinhas, ao assar, crescem e abrem umas fendas externamente, ficam fofinhas, leves e ocas. Lembram o delicioso pão de queijo mineiro.
Não esqueçam de que todos os ingredientes são pesados, incluindo os líquidos.
Assar por cerca de 40 minutos em forno aquecido a 240º.
Tive que testar muitas receitas para chegar nessa, que considero perfeita. Não obtive sucesso com as receitas da internet.